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quinta-feira, 25 de julho de 2013

Justiça do Rio Grande do Norte obriga os cartórios averbarem contratos de gaveta

Quem firmar um contrato particular de compra de venda a partir de agora poderá fazer a anotação no cartório de registro de imóvel. O provimento 050/2010 nesse sentido foi baixado pelo Corregedor Geral de Justiça, desembargador João Batista Rebouças, como forma de dar uma segurança maior para quem compra o imóvel, ainda que não tenha a propriedade definitiva do bem.

De acordo com o provimento, os cartórios de registro de imóveis ficam autorizados a lavrar a averbação dos contratos e respectivas transferências referentes a imóveis financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação, os chamados “contratos de gaveta”. A medida vale tanto para contratos de promessa de compra e venda, de cessão de direitos e obrigações, de compra e venda definitiva, ou de qualquer outra denominação e podem ser formalizados por instrumento público ou particular, mas, nesse caso, é preciso que as assinaturas dos contratantes e testemunhas estejam com firmas reconhecidas. Não é necessária a comunicação ao agente financeiro dessa averbação.

O juiz corregedor, Bruno Lacerda, deixa claro que a averbação não constitui direito real, tendo a finalidade “de dar conhecimento da existência do negócio jurídico envolvendo o bem, de forma que não substitui o futuro e indispensável registro da transferência da propriedade”.

O cartório registrador, após conferida a validade formal do contrato, deve proceder à averbação na matrícula do imóvel, fazendo constar a natureza do negócio, seu valor, a forma de pagamento e as condições nele estabelecidas, bem como os nomes dos adquirentes com as respectivas qualificações. No caso de ser um contrato particular, o cartório deve ainda arquivar uma via do contrato apresentado e outros documentos relativos ao negócio firmado.


A transmissão definitiva de propriedade de imóvel cujo “contrato de gaveta” tiver sido averbado no cartório, conforme o provimento da Corregedoria de Justiça, terá o registro realizado por meio da apresentação do termo de liberação da hipoteca ou documento equivalente, com a finalidade de constituir o direito de propriedade.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Decisão da Justiça abre precedente favorável ao corretor de imóveis

O Superior Tribunal de Justiça sempre se mostrou contrário ao pagamento de comissão a corretores de imóveis, nas situações onde o negócio jurídico não tivesse efetivamente sido celebrado. Não são raras as decisões negando ao profissional o direito a seus honorários, em casos, por exemplo, de desistência de uma das partes sob qualquer razão. Os julgamentos se baseavam no antigo Código Civil de 1916, que não tratava especificamente dos contratos de corretagem.

Felizmente, a Justiça está enxergando a questão com outros olhos, e vem garantindo aos profissionais a justa remuneração pelo seu trabalho, com base, principalmente, no que diz o novo Código Civil, de 2002. O artigo 725 da norma estabelece que ``a remuneração é devida ao corretor uma vez que tenha conseguido o resultado previsto no contrato de mediação, ou ainda que este não se efetive em virtude do arrependimento das partes``.

Assim, os ministros do STJ passaram a tecer considerações especiais sobre o que pode ou não ser considerado como ``resultado útil``. Tal fato pode ser percebido em uma recente decisão da ministra Nancy Andrighi, da 3ª Turma, favorável a um profissional do Rio de Janeiro, responsável pela intermediação de um terreno no valor de R$ 7,07 milhões.

Na situação analisada, após ter pago um sinal de R$ 400 mil, o comprador enviou um distrato ao vendedor, e o corretor optou, então, por cobrar na Justiça sua comissão - no valor de R$ 100 mil. A ministra reconheceu, no caso, que a atuação do corretor produziu resultado útil à medida que ``a mediação deve corresponder somente aos limites conclusivos do negócio, mediante acordo de vontade entre as partes, independentemente da execução do próprio negócio``.

A justificativa da ministra Nancy é que a compra e venda de uma propriedade é um ``ato complexo``, que passa por várias etapas, que devem ser analisadas de maneira detalhada, para que se consiga detectar se o trabalho do corretor pode, efetivamente, produzir um resultado útil.


Na opinião do presidente do CRECISP, José Augusto Viana Neto, o parecer da ministra abre um importante precedente e é de grande valia para todos os que atuam nesse segmento. ``A Justiça está compreendendo e valorizando nossa atividade, percebendo no corretor de imóveis uma figura essencial na negociação.``


Contribuintes têm oportunidade para renegociar dívidas com a Prefeitura de Guarujá

Munícipes poderão renegociar débitos referentes ao IPTU, ISSQN e taxas e contribuições de melhoria; projeto do Executivo pela Câmara virá lei nos próximos dias
Contribuintes de Guarujá poderão aderir ao Programa de Recuperação Fiscal (Refis). O Projeto de Lei Complementar (PLC) foi votado em sessão extraordinária na manhã desta quarta-feira (3). De autoria do Executivo Municipal, a medida possibilitará aos cidadãos que têm débitos com a Prefeitura o parcelamento do montante em até dez anos, com desconto sem juros e multas.
A publicação da lei no Diário Oficial deve ocorrer nos próximos dias. A medida entre em vigor até 60 dias após a publicação. Pela legislação, os munícipes poderão renegociar dívidas relativas a algumas tributações, como o Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU), Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) e taxas e contribuições de melhoria.

O programa prevê o parcelamento da dívida, bem como a redução da multa e dos juros correspondentes, de acordo com o número de parcelas que o contribuinte inadimplente e inscrito na Dívida Ativa da municipalidade optar por financiar.
Pelo projeto de Lei do Executivo aprovado pela Cãmara, o contribuinte poderá optar por uma das seis formas de pagamento, que vão de três até 120 parcelas. Para o pagamento em até três parcelas, a multa será excluída e os juros reduzidos em 80%. No caso do pagamento em até 12 parcelas, a multa terá desconto de 50% e os juros em 60%
Para o pagamento em até 24 parcelas, a multa terá desconto de 30% e os juros em 50%. No caso, do contribuinte optar pelo pagamento em até 30 parcelas, a multa terá desconto de 20% e os juros em 40%. Em 60 parcelas, a multa terá desconto de 10% e os juros em 20%. Os que optarem pelo refinanciamento em 120 parcelas não terão direito a desconto na multa e nem nos juros.

sábado, 13 de julho de 2013

PARCERIAS NO MERCADO IMOBILIÁRIO DE GUARUJÁ-SP

Colega corretor, 

Venho através desta, oferecer e firmar uma parceria de sucesso, você corretor mais do que ninguém sabe que em nosso negocio de corretagem, a parceria rompe barreiras e cria maiores oportunidades de fechamento de negócios, trazendo grandes resultados, principalmente naquelas épocas que o mercado onde o profissional atua se encontra parado.

Me lembro de uma oportunidade, vendi um imóvel em Guarujá e o proprietário estava indo morar na cidade de Maringá, pois tinha um filho já morando naquela cidade, e me falou que pretendia investir parte do valor da venda comprando um imóvel em Maringá-PR. Ai eu sondei a localização e pela internet achei um corretor que atuava no bairro de interesse dela, entrei em contato com ele, passei o perfil do imóvel que ela estava procurando, o seu contato, e assim que ela chegou na cidade ele atendeu e vendeu para ela.Fiquei feliz de ter atendido na venda do imóvel dela em Guarujá e mais ainda de ter participado da venda do imóvel de Maringá/PR,principalmente de ter realizado isso através da parceria, e ela também agradeceu muito a atenção que facilitou realizar com segurança o objetivo de comprar outro imóvel e morar próximo a seu filho. Logo o corretor me ligou agradecendo muito pela indicação da cliente, pois naquele momento a suas vendas no seu bairro estavam paradas, e a parceria permitiu ele fechar o mês com ótimos resultados,logo recebi através de deposito, a minha parte da comissão.

E quantos não são os clientes e proprietários de São Paulo, da Região do ABC, do interior, ou como no exemplo até de outro estado que querem realizar um negocio em Guarujá, comprar, vender, investir, permutar, uma multidão de potenciais clientes que você pode passar a trabalhar através desta parceria, sem atrapalhar o seu trabalho na sua região, pelo contrario estendendo a sua área de atuação criando  um leque de oportunidades de negócios, com isso trazendo novos e maiores resultados.

Espero que em um futuro próximo, teremos os nossos resultados destas parcerias como exemplos, para motivar e levar oportunidades a outros colegas dessa nossa profissão, tão árdua mais ao mesmo tempo desafiadora e tão gratificante,parafraseando Jose Augusto Viana um dos temas das ultimas palestras do nosso colega e presidente do CRECI-SP, o futuro do mercado e desta profissão depende da gente de em momentos difíceis, buscar novas alternativas para alcançar novos resultados, se atualizando e buscando novas ferramentas para uma mercado grande e promissor.

O PRÉ-SAL despertou uma migração e imigração de centenas de grandes empresas para a região da Baixada Santista, trazendo bilhões de reais em investimentos para todas essas cidades desta região. E a Cidade de Guarujá se destaca neste cenário sendo escolhida pela Petrobras como a melhor opção para implantação de sua base Logistica.  trazendo oportunidades de negócio no mercado imobiliário na Cidade de Guarujá-SP e Região.(acompanhe todas a noticias e projetos do mercado imobiliário de Guarujá e Região no meu Blog: http://dixoncoelho.blogspot.com.br/ ) 

A base Logística da Petrobras, a construção do Aeroporto Metropolitano de Guarujá, o túnel de ligação entre SANTOS/GUARUJÁ, o VLT (Metrô leve) Metropolitano, as suas 26 belas praias de beleza natural incomparável  contribuirão sem duvidas para fazer da cidade de Guarujá a cidade com maior potencial de crescimento imobiliário da região da Baixada Santista, onde hoje o metro quadrado esta mais atrativo do que Santos que não tem mais para onde crescer devido ao boom imobiliário que viveu com o PRÉ-SAL.
um grande abraço e excelente parcerias.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Mansões em frente ao mar vão perder espaço na orla de Guarujá (SP)

NATÁLIA CANCIAN
Mansões em frente ao mar na praia de Pernambuco, área nobre de Guarujá, litoral de São Paulo, terão que recuar seus muros em 24 metros e "devolver" jardins e áreas de lazer ao público.
A intenção é da prefeitura, que acaba de apresentar projeto à União para revitalizar as praias e recuperar as áreas.
Ao todo, 27 imóveis de alto padrão devem ser atingidos pela medida --o que representa grande parte das casas da praia de Pernambuco.
Sem fiscalização, a prefeitura diz que esses proprietários "fecharam" uma faixa de área verde em frente ao mar --registrada como pública-- com cercas e muros altos, formando jardins particulares.
Muitos também utilizaram essas áreas extras para instalar bangalôs, tendas e piscinas em meio aos coqueiros.
Agora, a prefeitura de Guarujá quer retirar os muros das mansões, recuperar a área em volta e transformá-la em um calçadão com jardim público, ciclovia e rampas de acessibilidade.
Moacyr Lopes Junior/Folhapress
Banhista em frente à mansão que pode perder terreno na praia de Pernambuco, em Guarujá
Banhista em frente à mansão que pode perder terreno na praia de Pernambuco, em Guarujá
A proposta da prefeitura tem o apoio da União. Ambos assinaram um TAC (termo de ajustamento de conduta) para efetuar mudanças na orla.
A Secretaria de Patrimônio da União diz que esse acordo "não só prevê como determina a desocupação das áreas ocupadas irregularmente".
"Agradecemos [aos proprietários] por terem colocado os muros. Preservaram até a área de uma outra invasão. Mas agora muito obrigado, coloquem o muro no lugar, no limite de suas propriedades", diz o diretor da Secretaria de Planejamento do município, Marco Damin.
De acordo com a prefeitura, a área a ser devolvida pelos proprietários compreende cerca de 25 mil metros quadrados --ficam fora da lista o hotel Sofitel Jequitimar e outras casas, que, segundo a prefeitura, fazem parte de outro loteamento.
INVASÃO COM CRITÉRIO
O secretário de Planejamento afirma que a maioria das casas manteve o recuo.
"Aquela área não foi invadida [por construções] por motivos de sobrevivência. Foi uma ocupação que ocorreu com certo critério. Com certeza não construíram muito porque sabiam que a área não era deles", afirma. "É um bem público", completa.
Proprietários dos imóveis ouvidos pela Folha sob condição de anonimato declaram que instalaram quiosques e piscinas no local.
A maioria também admite que a área pertence à União, mas nenhum soube explicar como foi incorporada aos imóveis da orla.
Um funcionário de uma das casas diz que "se quiserem tomar mesmo 24 metros, vão ter que cortar a piscina no meio". Outros frequentadores dizem concordar com o projeto, mas não acreditam que ele saia do papel (leia mais ao lado).
De acordo com a Secretaria de Patrimônio da União, essa área foi ocupada de forma irregular, mas afirma que só deve analisar o projeto quando a prefeitura apresentar um plano de gestão integrada da orla, outra exigência do acordo.
A presidente do projeto Orla, Maria Eunice Grotzinger, diz que o plano deve ser apresentado ainda neste mês.
Editoria de arte/Folhapress
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/04/1270069-mansoes-em-frente-ao-mar-vao-perder-espaco-na-orla-de-guaruja-sp.shtml

terça-feira, 9 de julho de 2013

Empresa vai produzir móveis de designers renomados com preço acessível. A Lot Of Brasil exigiu investimento de R$ 3,5 milhões e foi lançada na última edição do Salão do Móvel de Milão

Móveis assinados por designers do mundo todo feitos com matéria-prima sustentável e fabricados no País. Essa é a proposta da marca A Lot Of Brasil, lançada em abril no Salão do Móvel de Milão, e que chega ao mercado brasileiro em setembro. Os sócios investiram R$ 3,5 milhões em pesquisa, desenvolvimento e estruturação da marca e devem colocar mais R$ 1,5 milhão no empreendimento até junho de 2014.

A marca foi idealizada pelo empresário e designer Pedro Franco quando ele percebeu que os gastos para importar os móveis à venda em sua loja - A Lot Of - estavam muito altos. Os custos o fizeram, inclusive, importar apenas duas marcas em vez de oito. O dinheiro poupado foi usado no novo projeto.

O empresário lembra que, de maneira geral, o design brasileiro depende muito de processos artesanais e tem como característica a autoprodução. "Isso resulta em produtos que não são nada acessíveis porque quando você produz um lote, sem a máquina por trás, sobretudo em um cenário de alto custo da mão de obra e dos imóveis, significa produtos na ponta com preços elevados", afirma Franco.

Disposto a mudar esse cenário, o empresário pesquisou durante dois anos fornecedores brasileiros de alta tecnologia dentro da cadeia aeronáutica e automobilística, como fornecedores da Embraer e da Volkswagen, além de matérias-primas sustentáveis, como o 'plástico verde', o poliuretano ecológico e a madeira líquida (plástico desenvolvido com resíduos de madeira, fibra de coco e bambu).

A segunda etapa do processo de criação da marca foi conquistar o apoio de designers reconhecidos. "Não basta pagar um designer. Você tem que seduzi-lo com a proposta da empresa. Eles são peças fundamentais do sucesso da marca", destaca Franco.

Com o conceito de trazer características locais de produção e matéria-prima, com a possibilidade de venda para o mundo inteiro, A Lot Of Brasil formou um time de designers como os italianos Alessandro Mendini e Fabio Novembre, a eslovena Nika Zupanc e o grupo Pininfarina. Franco também tem seu projeto para a marca: a cadeira esqueleto feita com madeira líquida.

Para a primeira coleção, a marca reuniu 12 designers e 17 produtos. "Driblamos uma fila de espera de mais de 400 empresas interessadas em participar dentro da feira principal do Salão de Milão. Fomos convidados e já temos o espaço garantido para 2014", diz Franco. No ano que vem, a expectativa é chegar a 22 profissionais e 35 produtos.

Até agora, a empresa já tem 1,5 mil peças encomendadas que serão enviadas a partir de setembro para Londres, Milão, Rússia, Nigéria, Chile e Líbano. A loja da marca será inaugurada no mesmo mês na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, rua que reúne lojas de arquitetura e decoração em São Paulo. A meta para esse ano é atingir 100 pontos de distribuição no mundo e recuperar o investimento, feito com mais dois sócios, em cinco anos.

A empresa mantém uma fábrica em Indaiatuba, no interior de São Paulo, e mais seis empresas parceiras para garantir a produção dos móveis. A estratégia é ganhar escala com a produção industrial e, futuramente, crescer com franquias de lojas A Lot Of Brasil. "Com a produção industrial, conseguimos reduzir os preços das peças. Uma cadeira com assinatura de Stefano Sandonà chegará no varejo por R$ 180. Um sofá do Fabio Novembre por R$ 5,5 mil", exemplifica Franco.

Análise. A professora do Centro Universitário Belas Artes, Denise Xavier, avalia o projeto da A Lot Of Brasil como positivo e ousado, uma vez que o País não tem tradição do ponto de vista da produção. "Acredito que é uma iniciativa tardia de uma certa forma porque existe um mercado sedento por esse tipo de produto. Temos poucas empresas dedicadas com qualidade. Ou temos uma peça super elitizada ou uma peça mais comercial, com uma durabilidade menor e pouco raciocínio de design", destaca.


Para Denise, o uso de matérias-primas alternativas é positivo para a área e o desafio será introduzir esses produtos em larga escala via indústria. "O objeto de design ainda é visto como um objeto de butique. O grande desafio é conseguir fazer uma peça de qualidade, acessível e ainda com preocupações de sustentabilidade", afirma.
GISELE TAMAMAR, ESTADÃO PME

terça-feira, 2 de julho de 2013

Guarujá receberá grande evento do setor náutico em julho Evento deve reunir os maiores vendedores e compradores de lanchas do Brasil e do mundo

O glamour dos grandes eventos náuticos do mundo chegará ao Guarujá no fim de julho. O Boutique Boat Show – Guarujá, primeiro evento do ramo de altíssimo padrão no Brasil no segmento, se unirá à Pérola do Atlântico para abrilhantar ainda mais o evento, que deve reunir os maiores vendedores e compradores de lanchas do Brasil e do mundo. O anuncio da realização do evento ocorreu em almoço realizado na última semana, no Iate Clube de Santos (ICS), com a presença da chefe do Executivo, do comodoro do ICS, Berardino Antônio Fanganiello, e do organizador do evento e presidente da revista Náutica, Ernani Paciornik. Para Paciornik, a realização de um evento deste porte no Guarujá trará grande movimentação financeira para os participantes do evento, como para estabelecimento em geral da Cidade. “Faremos um evento de proporções tais como as do Rio Boat Show e do São Paulo Boat Show, porém, voltado para negócios de maior valor”, destaca. O evento no estado fluminense movimentou mais de R$ 250 milhões. De acordo com o organizador do evento, o Boutique Boat Show – Guarujá deve ter proporções menores em tamanho, mas não em requinte. “O Iate Clube de Santos é o local ideal para a realização de um evento deste porte. Nada mais junto que Guarujá receba o primeiro Boutique”, explicou. Presente na ocasião, a chefe do Executivo destacou a importância de eventos como este para Guarujá e apresentou os projetos já existentes na Prefeitura em relação à vela. “Todo evento que movimente o comércio de Guarujá é bem vindo para a Cidade, ainda mais um com o porte do Boutique Boat Show – Guarujá, que já deve iniciar com sucesso. A Prefeitura apóia as atividades náuticas e, inclusive, trabalha com atividades voltadas a esportes deste gênero”, lembrou.       Coordenação Governamental Evento

Prefeita Maria Antonieta de Brito durante a reunião no Iate Clube de Santos (Foto: Pedro Rezende/PMG)
Prefeita Maria Antonieta de Brito durante a reunião no Iate Clube de Santos (Foto: Pedro Rezende/PMG)

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Distâncias entre Santos e Guarujá encurtarão com novo túnel

Simone Queirós  Santos e Guarujá estão a menos de 600 metros uma da outra, mas a 45 quilômetros de distância. Com o túnel, esse descompasso entre localização e distância deve sumir. “Mas não se quer encurtar o caminho de São Paulo ao Guarujá. O túnel é para o morador de Guarujá que vai para Santos e vice-versa. Ou para caminhões que levam carga entre as margens direita e esquerda. Não para o tráfego rodoviário”, explica o presidente da Dersa. Ele também acredita que a construção do túnel deve modificar mais o perfil de Guarujá, do que o de Santos. “Guarujá é um botão que ainda pode desabrochar. Santos já é uma flor aberta”. Essa mudança será sentida principalmente no perfil imobiliário guarujaense. “Guarujá hoje ainda tem uma área muito grande ocupada com casas de veraneio. Com o túnel essas casas devem passar a ser de residência fixa. Além disso, com o túnel, Vicente de Carvalho vai valorizar muito, por ser a porta de entrada da Cidade”. A opinião é compartilhada pelo vice-prefeito de Guarujá, Duíno Verri Fernandes, que está à frente das discussões sobre o projeto na Cidade. “A falta dessa ligação seca hoje é um obstáculo. Guarujá só vai pertencer à metrópole com ela”. Duíno afirma que o Plano Diretor da Cidade está sendo revisto, já pensando nas inevitáveis mudanças, especialmente no setor imobiliário. “A região leste, que é onde tem mais área a ser ocupada, vai se desenvolver. Vamos ter que abrir a Avenida Dom Pedro. O novo Plano Diretor trará critérios de ocupação ordenada naquela região”.´